(Parte II) Tempo e Espaço absoluto Kulkulkan

(Parte II) Tempo e Espaço absoluto Kulkulkan

relogios coloridos um sobre o outro explicndo a corrida do tempo

O tempo e espaço é absoluto e não a luz e vamos comprovar esta condição partindo deste pressuposto: ‘…enquanto que no contexto da relatividade especial, o tempo é tratado integralmente à dimensão espacial, pois a taxa observada da passagem do tempo depende da velocidade do objeto em relação ao seu observador. …’ (Wikipédia livre, 2019)

A taxa observada da passagem do tempo depende da velocidade do objeto….Prestem atenção, o objeto somente possui em si movimento dado o tempo, a luz somente tem seu movimento e variações dentro do tempo e por isso para medir a própria luz é impossível dela mesma retirar o tempo tão quanto o espaço que ela compõe.

Retire as retas x,y (tempo e espaço) do fenômeno e os definam Senhores ou coloquem nesta condição sem tempo e sem espaço a luz e a definam, por favor.

Percebam de uma vez por todas como a Teoria da Relatividade Geral e seus protocolos de migalhas, dando fórmulas em letras arranca do homem sua perceptiva o aprisionando em si mesmo pela dúvida, ou seja, lhe ofereço uma constante Luz, digo que tempo e espaço não são absolutos, mas na CARTESIANA METAFÍSICA DE DESCARTES se usa e fixamente x,y (tempo e espaço) e se caso este for retirado de que servem as medições e laboratórios desta miserável plataforma e seu sempre jogo sujo onde em tempos do fim descumprindo Daniel 12, pois se cumprirá, cheia de poesias diz que deve-se unificar sua plataforma de falcatroas com a Clássica. Isto somente serviria como verdade para quem realmente não lê, mas como estamos aqui falando de Gigantes e não de macacos de Darwin, continuemos.

Veja como a luz é variável e como provaremos pelo próprio Graal em posts subsequentes onde na afirmativa …pois a taxa observada da passagem do tempo depende da velocidade do objeto… uma velocidade maior de luz diminui o objeto na razão do tempo e não o tempo, o tempo como taxa e sexagesimal se mantem sempre o mesmo determinando seu absoluto sobre o objeto sê mais ou menos rápido.

Perceba que dando o certo da analise Einsten precisa a qualquer custo definir luz na Relatividade Geral como absoluta e constante para assim confundir sutilmente o #simples da coisa

Como expressar uma luz atemporal ou uma luz dotada de algo não espacial sendo que a luz para ser ela não apenas depende do próprio espaço que ela se sobrepõe como para ter seus pulsos corpusculares e em corrente do próprio tempo.

Logo como Kant expressa é a priori o próprio tempo e espaço absoluto e antes mesmo da luz e por isso na própria Bíblia que carrega o Graal diz-se em códices: no princípio era o abismo e o abismo era trevas e não luz, um subproduto do espaço tão quanto a própria luz.

Considerando estes fatores iniciais percebemos que considerar e universalmente a luz como constante universal é uma profunda incongruência as exatas desmerecendo a sua pura qualidade de ser, uma exata.

Veja, vamos analisar tempo e espaço a priori e seguindo as especulações e demonstrações de Kant.

Kant diz que o tempo não é simultâneo a não ser nele mesmo sucessivo, pois não podemos dizer que o tempo presente no espaço é o mesmo do tempo passado e por isso o tempo como intuição pode ser considerado um valor sempre inicial ou de fim em si mesmo, logo 1 apesar de zero por ser intuitivo. Os acontecimentos em luz que é matéria sobreposta ao espaço do passado como variáveis estão sobrepostos ao tempo, sempre.

Veja que mesmo delimitando no infinito as mudanças de estado espacial e até da luz dado o tempo, podemos dizer que se analisarmos aquele determiando ponto em um seguimento tempo espaço ele e na cartesiana metafísica, verdadeira Teoria das Cordas será ele e nenhum outro, estático, sem tamanho ou forma, absolutamente um nada e isto ocorre porque se nos movimentarmos para ampliá-lo afim de reconhece-lo andamos no espaço e por movimento ali está a priori o próprio tempo.

Dia e noite, dia e noite, dia e noite é uma dupla constante que em si varia duplamente nos espaços sexagesimais entre 6 da manha, meio-dia, 6 da tarde, meia-noite, mas sempre 1, pois não podemos dizer que amanhã será algo a não ser o dia ou a noite e por isso constante tão quanto não podemos dizer que noite é dia e por isso variável. Isto infere em uma constante variável na corda absoluta x do tempo entre dia e noite em forma espiral junto as suas relações sexagesimais em arco onde o dia e noite é uma mudança de variável dado a luz e não o dia e noite é uma dupla variável dado o tempo em seus dois e sempre seguimentos de reta de um a um sexagesimal (início e fim sendo o fim um sempre início). O tempo continuou em sua constante o mesmo e absoluto, não foi o tempo que variou e determinou dia e noite, um duplo, mas no espaço foi a luz que variou sobreposta a ele por simultaneidade ao espaço sendo matéria mais ou menos densa por assim dizer e no tempo absoluto sucessivo, pois ele sempre é um para quando comparado com algo o próprio infinito das possibilidades.

Veja que as variações do tempo no espaço sempre absoluto somente ocorrem porque a luz esta variando com o tempo em suas diversas frequências, logo se a luz varia dando-nos uma constante por sua dupla variação o que isso realmente significa, significa que a luz é algo único e absoluto, mas e as outras partes de algo maior que a velocidade da luz na verdadiera Teoria das Cordas e arqueologia dos fatos onde conforme a corda explica a luz não é e nunca será uma constante a não ser um fenômeno de sobreposição profundamente dependente do tempo para ser e do espaço para ser, senão nem há assim luz e quanto menos massa escura que também é luz.


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Outra condição é o espaço que diferente de ser sucessivo e absoluto ao mesmo tempo é simultâneo em si e sucessivo, pois se a luz é uma resultante da dupla relação espaço tempo é ela um fenômeno de sobreposição espacial e não o próprio espaço em si, pois uma vez retirada a luz temos o espaço sempre lá ausente de sua faixa visível em luz.

Logo compreendemos que energia é uma nomenclatura profundamente diferente de luz, pois enquanto luz emana e se vê a energia se sente e pode estar sobreposta de forma simultânea no espaço que a subloca e por o espaço sublocar algo é porque este algo é maior ou menos denso que o mesmo, logo matéria.

Veja que se de toda esta anatomia espacial retirarmos o tempo e espaço o que seria da luz e energia e aqui voltamos a ideia do que realmente vem a ser o tempo e espaço absoluto.

Não há física sem tempo e espaço, mas há física sem luz quando nela se analisa espaços que não a contêm dado a variação de suas frequências e locais que contêm de forma massiva uma velocidade duplamente maior que a própria luz.

Percebam que toda esta costura perceptiva e de Kant ao qual martela a razão pura e seu direito contra um sempre sistema corruptor dotado de comprados e vendidos ao mesmo tempo a estes necessários para desinformar uma população conhecendo ou não o poder do Graal e toda a sua verdade foi suficiente para com o entendimento espacial em que estamos, nosso próprio cosmos e cosmogonia descrito no signo arqueológico em cordas criar aparelhos como a televisão, máquinas filmadoras, fotografias etc.

Perceba que se eu não entender que o espaço é simultâneo em si e o tempo sucessivo em si sendo os dois fontes absolutas, não construo com luz uma derivada a filmadora a não ser sonhar com a mesma se caso quero com uma constante luz criá-la, mas como assim o seria na bobina copiada do universo de folhas sobrepostas simultaneamente em sucessão.

Note que mesmo para pontuarmos no espaço um feixe de luz sempre dependemos de um fator que a isto alimente, o determine, o espaço e tempo, pois este feixe depende destas coordenadas e absolutamente para ser.

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Vamos expor com maior facilidade esta perceptiva: para gerarmos a derivada luz de uma filmadora precisamos alimentar a existência da luz através da relação de outros fenômenos que a geram com maior facilidade e de tal maneira que a resultante seja um flash e não um laser. Veja que o manuseio de fenômenos espaciais e sobrepostos no espaço quando em atrito, ou seja, em movimento, geraram o flash dependente do tempo espaço para ser.

Perceba que o flash não é o suficiente para filmar tão quando apenas a constante luz não é o suficiente para manusear elementos aparecendo e sumindo no ar de forma visíveis e invisíveis, logo a luz não é uma constante a não ser uma variável sobre o espaço tempo ou tempo espaço.

No caso da energia ela também é uma derivada do tempo espaço e espaço tempo absoluto, pois ela depende do atrito e movimento para existir. O atrito e movimento somente ocorre com a dupla relação espaço tempo que se for desatado das letras da física nenhum fenômeno que sobre ela se coloca para criar tecnologias garantirão a própria tecnologia e como já dissemos apenas luz.

Perceba que se a luz é uma constante fixa ela passa a ser intuitiva garantindo Berkeley e suas leis das sensações como verdades absolutas e perceba que se o tempo e espaço são abolutos e o que são, eles passa a ser intuitivos, ou seja, estão lá imanentes e sempre por tras de todas as coisas e o que como já clareamos é uma verdade, pois retirando o tempo e espaço nem luz se manifesta e quanto mais energia escura e para tanto o que seria da filmadora apenas com um flash, dE onde veio este flash a não ser das razões e atritos de frequencias de luz variadas no espaço tempo sempre lá e fixo na coordenada cartesiana.

Perceba que qualquer fenômeno sobreposto no espaço está em atrito com o mesmo e nisto a própria luz e suas variações como provados em laboratórios, então  mais uma vez e pela experiência a luz não é uma constante a não ser uma variação da constante que ela apresenta e em uma determinada porção visível do espaço.

Com o entendimento da Tabela de Fermat perceberemos que em um tempo espaço em 9 etapas ou 1-0, onde 1-0 é 0-1 ao mesmo tempo, tempo e espaço da corda, do signo arqueológico, e por isso o tempo espaço absoluto temos nesta razão a luz sofrendo no espectro várias variações que alimentam um tipo de energia como resultante e manuseando estas variações fazemos ciência na sempre fixa e constante relação tempo-espaço, espaço-tempo que serão o mesmo para objetos sobre velocidades mais rápidas que a luz onde a razão do objeto se torna mais ou menos rápido sobre um tempo absoluto, ou seja, o sempre mesmo no espaço absoluto o sempre mesmo.

De qualquer forma e na verdadeira Teoria das Cordas temos um valor total destas 9 etapas próximos ao valor 0,29 da coordenada da corda que indicam um campo em valor 4. 4 como sabemos é o local espacial resultante, o 4=1 do sistema ao mesmo tempo , pois na cartesiana metafísica 4 quadrantes de 0,25 perfazem o valor 1 e logo 4 o valor do quadrado é 1 e 1 é 4. 4/1 são 4 quadrantes da cartesiana e ¼ cada valor que somados nos levam a 0,50 de cada lado do sistema arqueológico tão quanto 1 de seu valor central.

Se todas as faixas de variações de nosso espectro em Fermat derivam um total em 27 no campo 4 aproximadamente compreendemos que o espaço tem como resultante a soma de todas as variações que compõe a luz visível e sua velocidade, mas entendemos que 0,29 ou 27 de 100 não comporta o todo espaço tempo da corda e proporcionalmente de 0-1 ou 1-0 de seu centro, #simplesassim.

Abaixo a tabela de Fermat completa ao qual em vídeos estamos apresentando aqui no canal como a recuperamos, ou seja, reconstruimos o que nunca foi mistério, mas precisou ser para pela Teoria da Relatividade Geral sempre monopolizar.

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Perceba quantas etapas são necessárias para produzir luz e sua derivada em 0,29, logo a luz não é uma constante e absoluta tão quanto a energia derivada do atrito tempo espacial sempre curvo e absoluto, o nosso KULKULKAN EM SI MESMO. 

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