(Parte I) Perceptiva – Construindo a tabela de Fermat

(Parte I) Perceptiva – Construindo a tabela de Fermat

imagem de cubos e quadrados Fermat construindo

O Último Teorema de Fermat precisa ser a qualquer custo uma icógnita na história dialética e relacionado a um Pitágoras totalmente incompreendido junto ao seu Orfismo reclamado por Giordano Bruno e Realle de forma a garantir sempre as artimanhas de um sistema mundial monopolizador e de aprisionamento.

Nesta afirmativa introdutória temos de antemão dois grandes problemas perceptivos de análises histórico e que não corrobora com as analises de um sempre miserável materialismo histórico pontual.

1- O Orfismo de Giordano Bruno pela hermética e se baseando em um 3-4-5 Pitagórico místico se conduz nas vias de salas ao qual Hermann Hesse em meu Admirável Mundo Novo vem a chamar de salas de invocação a Meu Orgião Espadão idolatrado Hamsés;

2- Realle junto a outros gigantes teoréticos resgatando Aristóteles e Platão, dois filósofos na condição de Demiurgos que corrompem pela segunda navegação platônica em construção e sua almejada República pelas doutrinas não-escritas, pois não podem em hipótese alguma serem divulgadas, a própria base órfica, reclama o levantar este verdadeiro Orfismo que envolve a construção de alguma forma da Tabela de Fermat ao qual como Hegel precisa ser decomposto, ocultado e se tornando uma icógnita tão quanto Pitágoras, Fermat também.

Descartes não chamava a toa Fermat de fanfarrão, pois a condição da Tabela nos fornece em 18 etapas atadas por duplicidade e a priori o manifesto de condições tais:

1- A luz apesar de apresentar um valor em constante na corda quando na soma de seu todo conforme a coordenada em 0,29 de 0,71 é resultado da variação de 0,71 da corda, todas suas variações e consequentemente a própria variação encontrada nas faixas e velocidade da prórpia luz entre 0,166666667 e 0,128…

2- Compreendendo a luz e todas suas variações compreendemos que no sistema sexagesimal o tempo e espaço realmente e em duplicidade em si gerando em si pela dupla corda 0 (espaço) e 1 (tempo) neles mesmos, kulkulkan, a curva, são absolutos, e absoluto em que sentido: mesmo a corda expressando no infinito 1,2,3,4,5,6 … cada elemento numérico do tempo que passou e deixou naquele 1 inicial o passado é no presente sempre 1,1,1,1,1,1 … veja que 1,1,1,1,1 ao infinito na análise presente é sempre um tempo absoluto para um passado e futuro sucessivo e por isso aparente variável em si mesmo é um passado 1 ou futuro 1, logo o tempo apesar de sucessivo a cada tempo presente entre passado e futuro é nesta perceptiva uma pura constante, pois é sempre 1, passei de passado a presente e no presente é novamente 1, assim apesar do tempo aparentemente sucessivo no presente dadas a sua sucessão variada é sempre o tempo tomado como coordenada em um passado absoluto 1 inicial ou em um futuro absoluto 1, vamos lá , mesmo que falamos de um ponto no passado quando o pontuamos o ponto escolhido é 1 apesar de indicar pelo espaço uma distância de luz entre o presente e passado, onde a distância é espacial antes mesmo de ser luz ou sua derivada energia, ou energia e sua derivada luz, desta forma podemos dizer que como a luz é em si variada como no manifesto dos infinitos elementos universais, diga-se fenômenos, ela é sempre dependente do manisfeto tempo espaço absoluto inicial para ser, o próprio tempo absoluto que apresenta sucessão de suas relações espaciais simultaneas dadas a curva kulkulkan. Partindo desta duplicidade do tempo falta-nos o espaço receptivo ao tempo e por isso zero que subloca 1 e ao mesmo tempo possível de sublocar por ser vazio é preenchido pelo efeito 1 do tempo e suas infinitas variações, acontecimentos e formas simultaneas e por simultaneidade dotadas de tempo. Isto nos remete a compreensão de que o espaço é ele e não outro e por isso mais absoluto que o próprio tempo que fornece a ele a curva e o próprio infinito das formas e acontecimentos em nosso Universo sendo a luz um destes fenômenos. A luz é um resultado do espaço tempo e não o espaço tempo resultado da luz e por isso a luz é parte de 0,29 de 0-1 da corda relacionada a verdadeira Teoria das Cordas e verdadeiro Orfismo junto aqueles 0,71 faltantes.

Enfim, compreendendo isto concluimos e mais uma vez #ERRO na sempre base da Teoria da Relatividade Geral quando determina a velocidade da luz uma constante e praticamente uma grandeza universal absoluta.

No vídeo apresentando, compreenderemos o que Fermat queria dizer com a expressão pitagórica xn+yn=zn não tem solução para potências >2 ao passo que ele mesmo dizia que tinha nas mangas esta solução.

Compreenderemos ao longo de vários estudos e apresentações aqui no Novo Paradigma porque a elíptica no módulo das expressões que não condiz a exponenciação 2 do sistema vem a ser a real solução do sistema com sempre maiores probabilidades para n4, n6 e n8 e compreederemos como que a própria tabela de Fermat nos leva a compreensão daquilo que a Física tanto se baseia como expressão de seus cálculos, estes gráficos.

Note que é as 18 etapas da Tabela de Fermat junto a base da Lei de Ampere que conseguimos em miseráveis colunas e linhas excel esta expressão em cordas que tende ao infinito das frequências da luz que em n9 etapas sofre em si mesma variação de corpúsculo a corpúsculo.

Veja que partindo da Tabela de Fermat em n9 etapas e em duplicidade a luz se manifesta ao infinito sofrendo suas variações de forma a criar o tal cone de luz o próprio fractal ou mesmo V axioma Euclidiano em direção oposta ao encontro angular de forma a compreender onde estamos olhando este cone de luz, o próprio ponto de convergência e curva temporal de forma a mais uma vez concluirmos que estamos dentro do Buraco Negro, que nosso Cosmos é o Proprio Buraco Negro.

Perceba que na sétima etapa em gráfico o espectro tende sempre ao infinito formando um fractal aberto e afunilado em seu ponto inicial no cone onde se manifesta o ponto angular e as também relações de corda das coordenadas 0,29 e 0,71 onde a luz é sempre o resultado de 9 etapas sofrendo variações até se estabilizar em n2 e refletir no sistema espaço temporal universal as infinitas formas com suas devidass variações cada uma.

Perceba que todos somos iguais, homens e mulheres, mas cada qual tem sua variação, seu tipo de metabolismo etc, e isto é a expressão do que o nosso próprio universo em Luz manifesta onde a luz aparentando ser uma constante é em si mesma variada ao passo que cada variação que ela possui tem sua especificidade e logo a luz não é uma constante a não ser o resultado de outro elemento cósmico do universo atado aos 0,71 da própria corda e onde ela está.

Compreendemos assim e mais uma vez porque Fermat precisa ser uma icognita, o orfismo de Pitagoras uma prateleira de mandalas coloridas e Newton um asco enaltecendo Einstein e a Teoria da Relatividade Geral que usando nas mangas a Classica faz de tudo para a denegrir, pois seus cientistas, os da Teoria da Relatividade Geral precisam sempre acompanhar o homem singular Aristotélico.

Apreciem com Moderação e mais uma vez agradecemos seu estar aqui. Corram Gigantes, metade do tempo.

Parte II.

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