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(Parte II) A VERDADEIRA PERCEPTIVA DA LUZ

(Parte II) A VERDADEIRA PERCEPTIVA DA LUZ

Este post é continuação do primeiro post sobre a Perceptiva da Luz, sugerimos que o post anterior seja apreciado para melhor compreensão do seguimento da materia.

Post anterior Parte I: A VERDADEIRA PERCEPTIVA DA LUZ

Vamos a Tabela completa.

Para cada valor de ocorrência devemos lembrar que teremos uma coordenada no corpúsculo, o próprio Graal.

Logo:

O que conseguimos analisar a priori dado a tabela e considerando Elementos de Euclides, a análise de apenas um lado da chave, é que em Fermat n=3 temos o que chamarei de Efeito gravata, pois para se ter 8 precisamos ter o raio 5 e 3 do sistema da chave em conjunto para através de uma ponte garantir o ponto 8 na terceira membrana do sistema nuclear do corpúsculo.

É importante considerarmos que exatamente nesta relação de ponte 5/3 e 3/5 teremos 1,6666667 tão quanto 0,6 ao qual nos remete aos valores espectrais da faixa branca em 0.1666666667 e 6 inversa, número também encontrados nas Estelas Maias.

É então em n3 após uma curvatura da faixa n2, vermelha atada a branca n1, que teremos o manifesto infinito da luz branca na faixa laranja de agora 0,125 a 8 no seu manifesto e assim se conclui a faixa onde estamos com velocidade da luz como já concluimos dos 29% dos 71% da corda, sendo esta velocidade em 29% a velocidade da luz que conhecemos.

Esta expressão a priori ficaria assim:

Veja que Fermat n=3 é tanto a gravata como um arranjo de 8 manifestos na ponta dos 8 raios do corpúsculo, ou seja, um tipo de uma preparação por disperção arranjada dado a corda da faixa branca em 1 e 6.

Se analisarmos a nossa tabela podemos conferir que para a frequência vermelha temos a mínima em 0,5 e a sua máxima em 2 nela mesma e provando assim a sua condição em faixa ondulatória em si mesma onde esta frequência troca por sua máxima e mínima 0,5 e 2 a possibilidade de absorção em 0,125 mínimo da frequência laranja até 1,99999, e agora de forma totalmente ondulatória nas cordas por faixas e seus respectivos números de vmax>vmin se estacionando em 2.

Vejamos como fica então a relação de toda a tabela.

Perceba a nossa massa escura em n9 de Fermat para a luz branca em n1 de Fermat na nossa escala em proporções 4% dos 71% da corda ao qual cresce exponencialmente quando do afastamento das faixas branca e laranja conforme provaremos pelas análises da propria corda, a Teoria da Corda a verdadeira e sempre existente na antiguidade.

Note que o índice da camada amarela sendo igual ao da camada vermelha criará uma ponte em escada até a faixa violeta.

Note que de um lado entre vermelha e laranja temos a vermelha retirando da laranja enquanto do outro lado da corda a laranja retirando e potencialmente da vermelha que retira da branca que alimenta todas as faixas de alguma forma em gancho pelo valor 0,16666667 e por isto este valor é tão importante e encontrado nas estelas Maias.

Aqui então começam as especulações e compreensão porque a frequência máxima determina a troca pela frequência mínima entre as faixas e trocando entre si na sua própria faixa estas mesmas condições criando um sistema complexo linear e ondulatório ao mesmo tempo nas suas  9 etapas cada uma junto as 9 faixas e nunca 7.

Perceba que para a faixa vermelha em 0,5 e 2 se juntarmos suas duas pontas de forma a inverter ela mesma em si temos uma condição dupla de corda ondulatória, lembrando que toda a faixa é dupla em si mesma, pois ao mesmo tempo que é linear em corda é circunferencial em si mesma como o próprio Graal diz e em sua área espacial, o quadrado e por isso um corpúsculo, um campo em separado e ao mesmo tempo atado.

Esta mesma condição da faixa vermelha serve como regra as outras faixas isoladas, mas que com valores de escalas diferentes se retroalimentam em ganchos entre uma e outra formando da ondulação de cada uma, cada faixa, uma ondulação sobrepostas agora de duas faixas e assim suscessivamente.

Veja que a laranja é em Fermat n3 0,125 e 8 e que quando geometricamente transferida ao corpúsculo aparenta ser um espaço de dispersão de arranjo, repito, dispersão de arranjo pela própria geometria em cordas do signo, corpúsculo, tão quanto o tal efeito gravata verificado, donde 5 e 3 em raio poderíamos dizer ser um manifesto imanente e bem diferente de 5 e 4 de Fermat a n=9 deste conjunto de observações na tabela, pois 5 e 4 diferente de 5 e 3 forma um ângulo de 90 graus e não 45 graus.

Se considerarmos as especulações 5 e 4 da faixa da energia escura, de 0,8 a 1,25, por assim dizer e que está exatamente na porção de 90 graus com a enegia branca em seguimento de reta maior AB Euclidiana em 0,1666666669 para 6, quando nos valores 5/4 e 4/5 do corpùsculo temos 1,25 e 0,8 valores da própria faixa ao qual acompanha em menor nível proporcional os valores da faixa laranja em 0,125 e 8 da sua faixa, corda, onde na sua relação n3 em gravata temos os valores 1,6666666667 e 0,6 invesos de 0,1666666667 e 6 da faixa branca.

Isto meus Senhores, esta analise metafìsica da verdadeira Teoria das Cordas, mostra que no sistema ocorre por refração e no V Axioma Euclidiano das faixas uma inversão de n3 e n9 onde pela tabela de Fermat ao qual ainda apresentaremos aqui no Portal nos indicam um gancho de campo de valores idênticos com diferenças de +/- 0,0000000002 para n3/n9 3 n9/n3 das faixas e como apresentamos com as próprias coordenadas do Graal com números.

Preste atenção, e entenda como funciona a perceptiva metafìsca, a verdadeira perceptiva e linguagem da coisa, o Graal com seus nùmeros fixos nos fornece a qualidade de linguagem que neste ponto ocorre uma inversão pelas relações de n1 de nossa tabela na corda, faixa branca em 0.166666667 para 6 ao qual na ponte n3, faixa laranja que tende ao infinito temos 5/3 dos valores fixos do Graal 1.66666667 em 3/5 dos valores fixos do Graal 0.6 e considerando que a faixa, corda negra em proporção na tabela em 0.8 para 1.25, exatamente em ângulo 90 graus encontrados nos nùmeros fixos do Graal em 5/4 e 4/5 nos leva ao valores 1.25 e 0.8 que è o valor inverso de 0.125 e 8 da corda na tabela laranja, faixa laranja do sistema compreendemos que existe aqui uma relação trina e atada de inversões, e ponto.

Isto que dizer que mesmo que a faixa laranja tende ao infinito de forma crescente de 0,125 a 8 de sua faixa compreendemos que ao mesmo tempo e inversamente em n9 a energia escura do inifnito tende a forma de 0,8 a 1,25, e porque a forma, porque no signo arqueológico, o corpúsculo e conforme a pròpria arqueologia dos fatos diz: 1 é o módulo completo e 25 um quadrante, e assim, mais uma vez percebemos um sistema de retroalimentação e de que ingressando na faixa escura ou a abrindo pela relação do afastamento das faixas branca e laranjas como apresentaremos saltamos de um espaço-tempo a outro no inifnito o que o nosso próprio cosmos faz o tempo todo neste sistema universal perfeito entre passado, presente e futuro.

O Universo não è virtual, o que està acontecendo na linguagem que acabamos de observar è que tendendo ao infinito 8 ocorre uma curva para 0,8 na faixa escura, um salto, e consequentemente nesta aparente porta diminuta um novo espaço em luz em 1.25 de 0.125 da faixa laranja. Entramos pela ponta da laranja em 8, tendendo ao infinito na negra 0.8 que aparentemente afunilou, saltando amarela, verde, azul claro, violeta e saimos pela ponta da negra em 1.25 para 0.125 da laranja. Veja como o sistema mostra claramente que nosso universo se retroalimenta nele mesmo ou mesmo a pròpria energia do sistema universal em suas 9 faixas de luz e cada qual com suas proporcionalidades e elementos que as distinguem.

Entendendo este manifesto de pulso começamos a compreender que as etapas das medições em laboratórios saltam tantas sutilezas, uma vez Einstein arrancando o n de Plank junto a Pitágoras incompreendido e Fermat, que tudo realmente vem a ser uma icógnita de forma a própria medição por perceptiva se tornar uma medusa ou mesmo um manifesto possível, mas quem sabe e porque não, e isto é sempre o âmago da relatividade geral baseada e alicerçada a Aristóteles e Hesíodo.

Por isso insisto, a relatividade geral nunca foi ciência nesta infeliz singulariedade da Metafísica de Aristóteles e neste sempre jogo de xadrex sujo.

Seja o que for e o que os gigantes devem verificar, pois estas etapas laboratoriais práticas de medições saem de meu alcance, lembrando que sou Filósofa Teorética, perceba que feito o arranjo em Fermat n=3 temos em Fermat n=4 um manifesto como que saindo do nada, aparentemente no ponto 3, a tal zona verde da luz.

Entendemos então que pela inversão do manifesto de dois sistemas atados das faixas, brotou uma porta, temos ali uma porta aberta, pois o verde como iremos verificar na tabela é o zero do sistema, o local receptivo espacial e abismal ao mesmo tempo em que preenchido de espaço no inifnito das formas e fenômenos universais.

Esta mesma concepção perceptiva e de forma da energia condensada em um ponto qualquer espacial e aparentemente brotando do nada, o que o brotar do nada è uma profunda mentira, pois provamos deterministicamente na corda como este ponto em verde 3 apareceu no sistema apòs o efeito gravata do arranjo em dispersáo de 8, pode ser aplicada em um ponto do espaço ou da vara para se manter energia retroalimentativa magnética ok. Veja que de um fenômeno enorme, o Universo analisado pela Teoria das Cordas, pegamos esta mesma taxonomia sistêmica e a transpomos para um fenômeno miseravelmente diminuto, uma vara com energia magnètica na ponta ou um ponto de energia flutuando no ar, nosso poder e direito de dominar fauna e flora dado a consciência da verdadeira letra construindo um mundo em sociedade, pelo menos o que deveria ser.

De qualquer forma, veja que este ponto verde que aparentemente parece ter saltado e geometricamente pelo corpúsculo e seus números fixos arqueológicos ocorre porque em n=1 a n=3 houve de 6 plank um rearranjo de trocas por ganchos conforme nossa própria tabela mostra junto a seu manifesto em um ponto espacial e angular ainda distante dos 90 graus e exatamente a 45 graus do local 8 da faixa laranja do arranjo, pois esta em 3 na coordenada do sistema onde 3 è a ponte com 5 para fazer 8 .

Se considerarmos agora e neste ponto 9/3 e 3/9 encontramos os valores da Estela de Gizé em 0,33333 e 3 do sistema, valores expressivo da Teoria das Cordas da curva e que exprimem o próprio tetraedo atado na dupla corda formando o arco de Arquimedes completo em 4/3 e 3/4 ao qual encontramos os tais 75% dos 71% da corda.

Isto aparentemente quer dizer que no infinito da velocidade de porção 29% da corda em luz, manifesto em uma velocidade de 299 milhoes etc., e exatamente na faixa laranja temos a porta de entrada em salto as outras faixas subsequentes que estão conectas aos 71% da corda, massa escura e energia escura, etc.

No demais entendemos que o aumento da energia escura abre esta porta por afastamento das faixas superiores a faixa verde entre branca, laranja e 0,14 do comprimento da amarela atada como veremos as faixas inferiores a ela de frequencias mais elevadas e ondas curtas.

Isto prova também como nosso amigo Hertog esta equivocadissimo em atestar e novamente pela insistência a relatividade geral e Einstein que o espaço, nosso próprio Universo é um holograma e pior, plano.

Veja que em todo o momento do sistema da Teoria das Cordas estamos em pontos angulares, curvos onde este atado não se desata e por isso tendemos ao inifnito em nós mesmos, ou seja, tudo tende ao infinito em si mesmo no espaço e diversos espaços.

Voltamos e novamente aquela ideia de que o espaço que estamos se rasgado a ponto de por esta fenda passarmos dele para outro local, não encontraremos um plano, mas um outro espaço, lembrando que o sistema em holograma e virtual é uma miséria frente a esta tecnologia espacial, ou seja, o sistema de holograma e virtual nada mais é do que um brinquedinho para crianças se divertirem ou quando na crença de que isto seria o universo estas serem fadadas ao aprisionamento perceptivo e morte em si mesmas condicionadas a viverem em um universo plano virtual criado pelo próprio homem manipulando a compreensão do universo tridimensional da verdadeira Teoria das Cordas e antiguidade junto ao manifesto de altíssimas tecnologias.

Perceba na tabela a relação ondulatória entre amarela e vermelha com a faixa laranja a sustentando e formando assim entre 0,5 e 2 uma ponte, e isto eu já percebi em manuscritos como temática sistêmica, a ponte.

De qualquer forma acredito que na faixa verde ocorre uma inversão natural e de sobreposição de dois corpúsculos e por isso Newton assim o fazia na sua análise do espectro ao qual apresentaremos ao fim desta matéria. (III Parte)

Apesar de fisicamente invertermos as faixas abaixo da faixa verde, a faixa verde que tem valor zero pitagórico, na tabela das faixas superiores de branca a amarela, uma hora explicamos o valor 30 quando explicarmos o quadrado da distância de Newton junto ao corpùsculo que ele analisava, este mesmo em anàlise, devemos compreender que pela tabela que apresentaremos de Fermat e pelos próprios arranjos aqui verificados é em n3 a ocorrência inicial deste gancho e inversão, n3 que inidca a faixa laranja ao qual usará porções em 0,14 da amarela e tudo isto provado na tabela do Último Teorema de Fermat ao qual já conseguimos mostrar em partes a algumas relações de ponte destes campos pelos aparentes valores em 0,5 a 2.

De qualquer forma isto implica em nos expressar quanto as analises aqui especuladas e por perceptiva que se no sistema natural da vida não ocorrer estas etapas até o verde da própria plataforma espaço que é matéria e luz ao mesmo tempo, metafísica, não temos profundidade no próprio espaço e por isso voltamos a compreensão clara de que o Bosón de Higgs nunca seria o último a não ser mais um corpúsculo que em si possui estas 9 condições da taxonomia sistêmica dada em si mesmo, diga-se o Boson de Higs como análise e dele para com o próprio meio espaço que possui também estas mesmas etapas inseridas de ganchos e trocas ser mais um fenômeno ai.

Vale lembrar que entendendo este pulso cria-se hologramas, uma miséria em tecnologia perto do próprio sistema Universal e sua potência.

O holograma não nos tranfere do tempo presente ao futuro e muito menos passado e por isso podemos dizer que ele é plano no sentido de fenômeno morto em si mesmo quando não consegue pela curva do próprio universo receber alma a não ser controles de seu manifesto pelo manuseio de algo que nunca será imanente e infinito na forma, o próprio homem que com alma no corpo um dia morre e vai para outro momentum espacial. Entenda que o holograma e como taxonomia classificatòria è um fenômeno simples dos infinitos fenômenos existentes no univeros e possìveis dada a compreensão da taxonomia sistêmica do pròprio Universo pelo corpùsculo, signo arqueològico.

Procure entender que um holograma morto não é um homem fisicamente morto, pois um holograma que matamos pela desconecção dele a tomada é o manifesto de dispersão de energia desta matéria holograma enquanto o homem é a sua matéria física em carne dispersa como energia ao qual a sua alma em espírito e consciência continua e do holograma aquelas partìculas miseràveis de energia por assim dizer.

Não somos hologramas, mas criamos hologramas com ênfase no entendimento em taxonomia sistêmica de um universo que não é holograma, mas explica como criar um miserável holograma em tecnologia.

Note que pela taxonomia sistêmica o pulso permanece sempre o mesmo para os infinitos fenômenos da taxonomia classificatória e neste caso seja para macro ou micro no nosso pròprio universo compreendido e suas 8 direções.

Da tabela e permitam-me expo-la novamente.


Em Fermat n=1 de Plank  n=1 de E=nhv do corpúsculo Newtoniano e seus números arqueológicos fixos temos o 0,5 de Fermat n=2 maior que 0,16666667 valor encontrado nas estelas Maias e Astecas, ok.

Se é o valor máximo que determina a troca pelo valor mínimo acabamos e pelos nossos próprios olhos verificar a faixa exata desta ocorrência da faixa branca n=1 para vermelha n=2 e todas as outras.

Vejamos novamente que básico, simples, lindo e perfeito.

Uma vez a faixa vermelha se organizando em velocidades naturais e espaciais em suas próprias 9 etapas ondulatóriamente e linearmente sendo 0,5 a 2 uma corda de si mesma inversa em 2 a 0,5 na sua própria faixa, temos nestas mesmas 9 etapas os 9 segundos do próprio sistema sexagesimal em Plank  onde no corpúsculo Newtoniano, o próprio signo, os valores mínimos da faixa laranja cede elétrons a vermelha entre 0,125 a valores <2 fazendo o mesmo para a faixa laranja, onde valores >2 da faixa laranja recebem elétrons ao mesmo tempo da faixa vermelha e amarela, note que se caso esta expressão de v>v ocorrer inversamente eu peço desculpas pela minha ingenuinidade, mas o pulso segue o mesmo.

Veja que perfeição dado pelo próprio signo arqueológico como estamos demonstrando e isso sempre foi na história dialética a Teoria Classica unida ao caráter de mostrar sempre e nela mesma a forma do bolo, destas todas fatias de análises universais pela própria arqueologia dos fatos.

Perceba como não é mais aceitável a Relatividade Geral que apenas existe para camuflar a verdade dos fatos e sempre, são 5.200 anos Maia na mesma história e Hertog como Nassien, como Hawking tem em mãos e pela Teoria da Relatividade Geral a sempre corda do sistema da Classica tentando pelas suas retóricas ocultar a forma, a pròpria Teoria das Cordas reclamada por Kant.

Não estou induzindo violentos, percebam isto, mas enfatizando o caráter de resistência e negação, é sim sim ou não não e admitir a Teoria da Relatividade Geral em sempre suas migalhas implodindo a verdadeira Teoria Clássica é simplesmente continuar a corromper.

Não está escrito a toa em Daniel 12 de que eles serão ressucitados para a vergonha eterna e outros para a glória e Einstein fica no bloco dos envergonhados, Hertog, Nassien, Hawking. As próprias obras destes e na prática os condenam, é muito simples a algebra da coisa, e os condenam de tal forma que quando pegos estes mesmos em grupo que se tornam os violentos de Daniel 11 e por isso Senhores, apenas resistam com a verdade, é os suficiente e os sábios entenderão.

Perceba que as faixas do espectro visível de azul claro a violeta mais as de raio x, raio x gama e cósmicos da faixa escura por serem menores que as faixas superiores encontradas após a faixa verde, nome verde que como vimos expressa em sua extensão zero e por isso ponte entre estas duas faixas superiores (branca, vermelha, laranja e amarela) e inferiores (azul clara, índigo, violeta e negra) sempre inversamente alimentam nosso espaço tempo.

Nosso espaço é um duplo espaço por assim dizer dado o limite na faixa verde escura de todas as faixas visíveis onde entendemos que aqui temos por este limite dois meios, a priori, Fermat n=1 a Fermat n=9 relacionado a Proposição III de Elementos de Euclides quanto ao sistema modular e assimétrico em si mesmo.

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De qualquer forma o que eu entendo aqui é que a faixa amarela se conecta a faixa verde pelas frequências diminutas vindas das faixas inferiores de azul claro a energia escura e na ponte, lembrando que se branco está em todas as cores existe um sempre gancho lateral de ponta, mas fique aberto para maiores análises e detalhamentos.

Perceba que entendemos pelos valores da própria tabela que existem de alguma forma e entre as faixas diferenças de níveis expressos também em valores tais como:

  1. Se observamos Fermat n=9 os valores encontrados 1,25 e 0,8 mostrarão que existe por camadas uma diferença de níveis destas faixas quando comparados com os valores de Fermat n=3 para os valores da tabela 0,125 e 8, e,
  2. O próprio corpúsculo e seus números fixos junto aos valores pitagorianos encontrados nos indicam a ocorrência de novos raios em Fermat n=4 para 2 e 4 inversos a Fermat n=7 para 4 e 2 quando considerando os resultados de Plank e uma analise qualitativa do número com ênfase pitagoriana.

É um duplo sistema de inversões aqui e seus trinos resultados em si mesmo na equação de primeiro grau, pois sempre duas faixas em curva concluem um resultado de faixa delas mesmas e por isso acredito encontramos esta expressão mais imanente em valores pitagóricos 24 e 42 de nossa tabela espectral nas faixas n7 e n4, lembrando que pela tabela de Fermat n7/n4 e n4/n7 possuem valores identicos com +/- 0,0000000002 de diferença a mesma ocorrêncoa de An3/Bn9 e An9/Bn3. Apenas em n6/n6 ou An6/Bn6 e Bn6/An6 da nossa Tabela de Fermat temos um local de valores dele mesmo sem relações das faixas no arco e consequente qualquer manifesto de diferencia de campo e note que exatamente em n6 temos a faixa verde do espectro na nossa tabela espectral e do Postulado de ALice em zero.

Note que conforme a tabela conseguimos retirar estes gráficos dado as 9 etapas de Fermat com Plank em n=1.

Desta tabela como apresentado temos o que chamaremos de efeito gravata em Fermat n=3 e o que chamaremos de efeito K da inversão entre a faixa azul clara e amarela com concentrações consideráveis no raio 1-4 do signo e finalmente na faixa escura, energia escura o tão esperado ângulo de 90 graus em 5-4 em Fermat n=9.

Se o nosso espaço é um queijo cheio de buraquinhos, até poderia ser, considerando que no nosso espectro de luz visível a faixa verde é por nossa tabela em zero um halo entre as faixas de branca a amarela para as faixas de azul claro para negra, mas devemos compreender se ampliarmos todo este sistema ou crescermos que nem Alice de forma a ver o espectro visível de luz bem distante podemos chamar o mesmo de faixa verde escura ao qual é um halo, nosso próprio espaço entre as faixas brancas de proporção 0,1666667 Maia a 6 da linha AB de Euclides formando um ângulo de 90 graus com a faixa escura, negra, de proporção 1,25 a 0,8 em C de Euclides. Neste caso a faixa verde escura do todo espectro visível com velocidade da luz em 299 milhões, que seja, e que tem em si a verde mais clara central é um halo entre branca e escura e por isso estamos no ponto do pròprio buraco negro recebendo luz negra e branca ao mesmo tempo por passagens e trocas das mesmas.

Isto também nos fornece a ideia de que nestes 90 graus em Fermat n=9, o meio menos denso daquele raio 1-6 geometricamente no corpúsculo em Fermat n=1, mais extenso e denso, o pedacinho de nosso espaço pode ser a própria passagem de um lugar a outro. É o tal 45 graus e 90 graus ao mesmo tempo, o tal 1 e zero ao mesmo tempo, a porta fechada e aberta ao mesmo tempo, pois afastando a luz das faixas brancas e laranjas temos a porta da faixa negra em 75% da corda de 71% a 29% do espectro com sempre 4% de sobra do sistema, fluxo de controle onde as juntando, encurtando temos no ponto do V Axioma euclidiano que também guarda lá seus 4% as faixas 29% maior que a faixa em energia escura agora em uma proporção de corda de 0,8 a 1,25. Perceba o movimento maior para menor e menor para o maior no pêndulo do sistema universal e espacial dado pela própria Teoria da Corda da Antiguidade.

O mais importante a se entender e que insistimos é que o próprio todo espaço é o buraco negro. Nosso cosmos como vimos recebe todos os raios de luz de um meio, ambiente maior que ele e que vem refletidos em raios cósmicos e energia escura na sua mais ínfima parte a partir do raio x e veja que o sol fica na faixa central UVA e por isso realmente é inadimissivel aceitar a teorética de Nassien Haramein que o Sol é um portal dado a complexidade deste todo, disto nem se fala de Einstein determinando os 29% da corda o valor da máxima luz como grandeza única sendo que este valor participa na corda apenas no angulo de 45 graus do sistema.

Realmente não podemos voltar e manter as idolatrias de povos Maias com Vênus representando deusas junto a culto a Sol como portais, povos já corrompidos e falseados em si mesmos sem ao menos entenderem as suas reais raízes e letras, né, por sinal os próprios Maias verdadeiros e suas escritas dizem isto nesta Terceira etapa inevitável o próprio Apocalipse.

Veja que este gráfico ‘Espectro Vísivel pelo Corpo Humano  (Luz)’ não foi construído apenas com a experiência laboratorial que o comprova, mas antes retirado como estamos demonstrando do corpúsculo Newtoniano ao qual Einstein conhecia e finalmente comprovados em laboratório, mas perceba que este gráfico sem o real entendimento do que realmente significa o corpúsculo nos impede de medir corretamente tudo que vem em laboratório sendo nós todos dependentes de protocolos dados e isto não é ciência a não ser a ciência de um homem singular defendida por Aristóteles e os seus em linhagem como já apresentamos.

Veja que o centro verde corrobora com os números encontrados em nossa tabela ao qual representando o zero é como que se fosse um túnel de entrada de todas as frequências anteriores de branca a amarela e ao mesmo tempo saída, pois aqui todos os valores das faixas passariam e se juntariam na faixa subsequente, conseguiriam se misturar por assim dizer e por isso verde que subliminarmente indica sinal aberto e exatamente no centro.

Assim percebemos por que do arco íris podemos definir verde como sinal aberto construindo a letra e a língua, diria, donde a relação é a linguagem da própria natureza espectral provada e descrita em um símbolo arqueológico. Diga-se verde, passe e toda a luz passa neste anel da Arca da Aliança.

Verde então esta correto quanto a sua expressão de linguagem, passe, aberto, etc. e poderíamos dizer que é uma semântica pura neste sentido.

Bom, passando esta breve etapa de análise ao qual no amarelo ganhamos do laranja raios misturados com o vermelho e considerando que todos passarão pelo verde ou tem o direito de passar pelo verde, compreendemos porque no azul claro temos 1 e não 2 possível de pelo verde se conectar com o próprio amarelo que retira dele valores bem diminutos, mas retira onde todas as faixas acima serão capazes de sugar neste mesmo processo.

Ocorrendo a inversão da faixa amarela de 2 e 4 do valor de ocorrência na tabela dos números fixos do corpúsculo newtoniano para 3 e 6 no sistema K como já apresentamos em gráfico onde a verde será aqui uma porta de entrada e saída , halo verde, veja na imagem pelas setas em vermelho a ocorrência dado v>v, lembrando que as faixas inferiores terão diminutíssimas porções das faixas superiores ao qual condiz com aquele sempre valor falado do fluxo de controle em 0,125 do signo arqueológico o que nos leva as pontas da faixa laranja do espectro. Neste caso entendo estes pulsos como ganchos de campo ao qual porvaremos na Tabela de Fermat e logo.

A faixa azul clara então nos fornece valores de 0,5 a 1 que garante sua relação com o Fermat n=1 branco e laranja 0,125 e com vermelho e amarelo sendo que quando em 1 se mistura a amarelo onde não é retirado dele toda a sua potência.

Na ocorrência índigo veja que acontece uma inversão 2 para 0,5 e na violeta 0,5 para 2 e estes pulsos devem ser metafisicamente avaliados com a condição de que aqui temos razões diferentes de níveis e sistemas duplos da corda de cada faixa dado os valores 0,125 e 8 da faixa laranja e os valores de Fermat n=9, última etapa, em 1,25 e 0,8 e por isso um outro momentum e formato de gancho e trocas sobrepostos.

O universo é uma engrenagem simétrica perfeita apesar de aparentar nela mesmo um caos, a priori.

9 1*6*9   54 1,25 0,8

Perceba como o tempo todo a luz foi linear e ondulatória entre valores máximo e mínimos por camadas e em si mesma nas faixas conseguindo naturalmente, em 9 etapas, 9 segundos trocar entre si suas relações eletromagnéticas e assim garantir a linearidade e curva em gancho, pulso de cordas, faixas e tudo ao mesmo tempo.

Esta tabela explica também porque as camadas não se misturam e se misturam ao mesmo tempo com as devidas proporções que seguem garantindo cada camada em seu devido lugar com sua razão específica classificatória e natural.

De qualquer forma uma vez criando o espectro perfeito e neste, com estes valores, temos um corpúsculo em separado do ar e idêntico ao ar dentro de uma caixinha, por exemplo, nosso gatinho e finalmente.

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(Parte II) Revelado o porque a Teoria da Relatividade sempre falseada em si mesma define o SPIN em seus laboratórios como indeterminados. – O Novo Paradigma Posted on09:39 - 21 de April de 2019

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