Não seja parte do ‘desconhecimento’, conheça para não ser pego de surpresa ☻. Teorema de Fermat.

Não seja parte do ‘desconhecimento’, conheça para não ser pego de surpresa ☻. Teorema de Fermat.

Olhos do gato de Shorindger

Desconhecer é algo que ocorre e por perceptiva quando simplesmente não conhecemos e, para conhecermos alguma coisa precisamos estar atentos a sempre busca do próprio conhecimento para avançar e crescer. Fique alerta e não seje pego de surpresa nesta mudança de época inevitável. A área pela tabela de Fermat junto a Pitágoras está quase formada em n=7 escalar por 0,23, a portinha para saltar neste ângulo do objeto em 6 Plank dos 90 e 45 graus ao mesmo tempo o tempo-espaço, espaço-tempo. Assegurado por Chapeleiro Louco.

Nós temos dois caminhos sempre, mas infelizmente desde a corrupção da verdade e nada mais que a verdade estes aparentes dois caminhos entre o bem e o mal, entre uma certa espiritualidade ‘corrupta’ e uma ciência ‘corrupta’ de poder jogam o mesmo jogo de xadrex, e pior, com a mesma cor do tabuleiro!

Estas primícias de perceptiva e pensamento você pode compreender através da obra Nietzsche e o Anticristo que Acorrenta disponível na Amazon.

Compreendendo este âmago deste duplo corrupto entre espiritualidade e ciência seja você o terceiro como vários na dialética história vem sendo desde a corrupção da Árvore, símbolo das Árvores de Manre, os próprios Carvalhais reclamado por Isaías ao qual leva a Arca, uma Arca reclamada por Zacarias e que guarda e sempre guardou em si a verdadeira Teoria das Cordas que metafisicamente e defendida por Descartes em seu Método, esta base cartesiana e Metafísica sempre existente na antiguidade que nos explica claramente que nosso Universo, Cosmos é o próprio Buracque o Negro.

Para compreender como que pode ser o nosso próprio Universo um Buraco Negro tire você suas própria conclusões através deste artigo de nosso portal O Novo Paradigma Notícias e Blog de Opinião: Refração, Viajem no Tempo e Buraco Negro compreendido no signo Arqueológico pela Antiguidade.

Por incrível que pareça a letra primordial foi triturada, comida, retirada da árvore para seus próprios empreendimentos e fins de regência mundial, enganando o povo sempre na base mais sutil de sua condição humana, a perceptiva, oferecendo ao homem entre uma hermética e ciência protocolada migalhas ínfimas de verdades com uma profundidade aberrante de mentiras aos quais condizem as tais filosofias vãs.

Estas filosofias vãs que necessitam ser conduzidas em prêmios Nobel e irmandades como a que Wiles, mais um Britânico, estava envolvido são necessárias para não entender relações básicas de frases como estas “para cada equação elíptica, há uma forma modular correspondente” garantindo no Teorema de Fermat a sempre não solução do caso e mantendo o caso solucionado nas amarras das mangas deste jogo de poder mundial.

Conjectura construída pelos dois matemáticos diz que, para cada 
equação elíptica, há uma forma modular correspondente.
Isso implica que, se a mesma estivesse correta, ela poderia ser 
aplicada ao Último Teorema de Fermat, provando a sua veracidade. 
Ou seja, para provar se o Último Teorema de Fermat era verdadeiro 
ou não, tornava-se necessário provar a conjectura Taniyama-Shimura, 
e foi o que Andrew Wiles fez.

(Wikipédia Livre, Brasil)

Para conhecer Andrew Wiles sugerimos que você ao Baixar seu Kindle PC da Amazon ou para Android obtenha gratuitamente esta obra disponível em nossa Loja online.

Conhecendo esta Irmandade e que é a própria irmandade da Serpente que corrompe a verdade da Serpente (um hieróglifo), e por isso Jesus na história e simbolicamnte se opondo a uma serpente de pele, um dragão caído por assim dizer é comparado a uma lindo e belo dragão com plumas, compreendemos o porque é necessário colocar Fermat como ícone de possibilidades estranhamente não solúveis para um Pitágoras profundamente incompreendido na história de onde o objeto primeiro de suas análises e Teorias e que sempre existiu na Antiguidade foi ocultado a mantras, culto, ciência relativa, etc.

Pitágoras e os antigos foram corrompidos a mistérios e místicos unidos a cabalas e árvores que alcançam um certo céu do ‘nada’ a fim de promover e garantir em paralelo junto a uma arqueologia, agora, misteriosa a ciência da falsa metafísica aristotélica do homem cientista e produtor singular tão teológico quando as próprias condutas da hermética, pois sempre centrado e egoisticamente em si. Cabala, e incrivelmente a temos exposta em a obra sobre o Teorema de Fermat apenas para os ouvidos de quem sabe e conhece o Graal da Ciência com números, mas infelizmente não a verdadeira espiritualidade.

Em meu software Kindle PC instalado da Amazon vejam as anotações que fiz sobre o livro O último Teorema de Fermat onde especulo esta irmandade que sabe o que fala ao mesmo tempo em que fala sobre coisas não solucionadas, mas possíveis de serem por raros como Wiles que necessita aparecer quase do nada para garantir o gancho do sempre mistério nas academias da relatividade geral ao qual agora decidem se apropriar definitivamente da Teoria das Cordas que sempre existiu e de uma forma a sempre mantê-la oculta, mas quem sabe possível de ser.


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Mesmo que o autor de O Último Teorema de Fermat mostrado acima junto as minhas anotações esteja falando da irmandade incompreendida e de um Pitágoras incompreendido ao qual ele compreende quando nas suas próprias nuances dada em sua obra sobre todo o conteúdo e tema sempre solucionado da ‘coisa em si’, perceba como a frente ele vem falar de uma outra irmandade e de matemáticos ao qual Wiles estará de alguma forma envolvido.

O Teorema de Pitágoras e sua infinidade de trios foram abordados
no livro O último problema, de E. T. Bell, que despertou a atenção
do jovem Andrew Wiles. Embora a irmandade tivesse conseguido um
entendimento quase completo dos trios pitagóricos, Wiles logo
descobriria que a equação x2 + y2 = z2, aparentemente inocente,
tinha um lado negro. E o livro de Bell descrevia a existência de um
monstro matemático. Na equação de Pitágoras os três números, x, y e z,
são todos elevados ao quadrado (por exemplo, x2 = x x x ):

                                               x2 + y2 = z2

Simon Singh.
O Último Teorema de Fermat
(Locais do Kindle 621-627).
Le Livros. Edição do Kindle.


Voltando as minhas anotações perceba que exponho a seguinte observação:

No problema de Fermat é exatamente isto que se irá provar, de um 
lado do módulo aquilo que não há para o módulo 4 solução ao mesmo tempo 'é' sim, tem solução, corroborando com a simetria da proposição I de Elementos de Euclides e a assimetria da proposição II ...

(Rainha do Sul, 2019)

Esta compreensão nos levará a resolver a questão da probabilidade de Pascal e Fermat de razão 1,85% de 10 sempre quando nas chances de ganhar ou acontecer, dado o jogo, a ação. Isto explicaremos detalhadamente em vídeo. De antemão entenda que 1,85 de 8,15 de 10 é uma sobra infinitamente enorme e por isso para acertar pela probabilidade as chances são inifnitamente enormes 1,85 é um corpo 1 mais 0,85 da corda para 1 na leitura metafísica da coisa onde a nova sobra nos leva a 0,15 (100-85) e que equivalerá a 1,5 quando em zoom nos adentrarmos neste universo, o 0,15 como corpo (chaves de Daniel e verdadeira metafísica de pulso). Perceba que de 1,85 e 1,5 ou 0,185 e 0,15 da corda diminuimos 0,35, mas que na verdade aumentamos, pois 0,35 é mais que 0,15, tendo agora para ganhar na problabilidade do infinito ao contrário de 1,85, o 1,5 e assim sucessivamente a cada tentativa onde 100-50 é metade das possibilidades de se acertar aumentando assim novamente a corda no inifnito das chances sempre 50:50, ‘sim, sim ou não, não’.

De qualquer forma o que irá aqui acontecer quanto a solução de Fermat dada pela leitura simplista do próprio signo arqueológico e seu estudo modular trino, a verdadeira trigonometria sempre existente nos antepassados e que é a própria Teoria das Cordas ao qual se quer pela relatividade geral desmembrar ao mesmo tempo em que ocultar, protocolar, fazê-la sempre mistério com ênfase na cosmogonia ‘hesiódica e parmênica’ e falsa Metafísica Aristotélica sistêmica e perceptiva é que realmente para cada equação elíptica há uma forma modular correspondente e neste caso isto ocorre porque Fermat como Descartes liam o Graal onde esta conjectura sempre esteve solucionada e pelo próprio Fermat.

De uma forma geral ao qual ainda esta semana traremos detalhadamente em vídeo ocorrerá para n=4, n=6, n=8 um sempre alcance e necessidade de alcance do módulo 1 entre n=1 e n=2 do campo B que somados conforme tabela nos fornece o valor de quase a metade do valor do PI e por isso o próprio local do PI ao qual será na própria estrela Hitita, o signo arqueológico e seus números, os pontos dos 45 graus e 90 graus ao mesmo tempo ou mesmo aquela fração, pacote ínfimo de luz, o fóton, que seja no cmpo, o triangulo dentro do quadrado.

escalas numericas e sus relacoes de forma a demonstrar o ponto ideal de mauseio da luz dentro de suas faixas variadas

Compreendendo este pedacinho da corda e que é o gancho, o mesmo terá relação com a proposição XVIII de Euclides quanto ao movimento unido ao Teorema de Fermat e compreensão do Teorema de Pitágoras. É um ‘junto a’, compreenda!

Vale a pena anotar aqui e entender que para n=3 e n=7 , donde da qualidade de análise pitagórica quando como na analise de números perfeitos, excessivos etc, 7+3 é 10, sempre deixando o gancho da corda 1 de fora e a linha horizontal 5 o que compreenderemos em vídeo e brevemente, n=3 e n=7 está absurdamente distante de ter em si um módulo e solução e por isso irão fazer parte do arco do sistema do signo (note que no campo B 0,72+0,23=0,95 falndo 0,05, uma curva, um arco enorme para 10) e isto enquanto 2,4,6,8 igual a 20 os locais de encontros, pontos, ganchos, costuras, angulos 45 graus, 90 graus etc., estarão mais e sempre mais próximos. ( A soma destes no campo B é equivalente a 2,2 ou 1,2 da corda garantindo a multiplicação da coisa ou responsável em conjuto apra isto na tabela, no campo)

Note que 10/20 das escalas 7+3 e 2+4+6+8 é a curva em 0,5 e 20/10 o valor de base 2 do mesmo sistema do ‘signo’ apresentado em Elementos de Euclides.

Devemos entender que n=4, n=6 e n=8 >2 para o Teorema de Pitágoras conforme escala retirada do 3-4-5 da ‘coisa em si’ estão mais próximos de ter o módulo 1=1 do que n=3 e n=7 que podem ter em suas condições esta possibildade, mas muito mais distantes e o que provaremos com o signo arqueológico em vídeo, partes destes temas.

Note que mesmo distantes 7+3 expressam o próprio valor central 10 do sistema do signo enquanto 2,4,6,8 o pulso Maia e isto é a verdadeira Metafísica da verdadeira Teoria das Cordas arqueológica e ‘lida’.


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Será percebido por esta análise de base, da taxonomia sistêmica, as relações de ganchos na escala dos números essenciais de 0 a 9 e que compreendido perfazem sempre um novo espaço, quadrado, um salto, ângulo, movimento, uma nova etapa da forma conforme o próprio Teorema de Pitágoras e Proposição I de Euclides já explicado aqui no Portal.

Veja, para toda a forma precisamos de 9 etapas dentro do primeiro pulso da corda 1-0 ou 0-1, seria como na perceptiva este movimento quando usando o DNA como exemplo, para cada fita precisamos das combinações protêicas e para cada combinação protêica precisamos de combinações atômicas, sendo assim, para cada combinação precisamos de 9 etapas em pulso a fim de nestas 9 etapas se formar um átomo e depois uma proteina e dai uma parte da fita de DNA e assim suscessivamente, Fibonacci, Zenão, Axioma II de Euclides e George Cantor já que dentro de cada etapa temos o infinito e sempre.

Perceba que em cada etapa conclusa e em gancho nasce algo mais complexo e dele mesmo, de átomo a proteina, de proteina a DNA, etc…

Seria mais ou menos assim o seguimento: o pulso 2 e que é n=2 é o concreto, pois tem módulo 1, o local onde encontramos o módulo 1 e por isso temos no 2 e conforme Fibonacci a expressão 1 do pulso, por exemplo, (primeiro pulso) 0,(segundo pulso) 1 e estes dois pulsos tem relação com a raiz de 2 da corda conforme Euclides em n=1 de 1,4, (terceiro pulso, mas primeiro pulso e segunda etapa depois do conjunto da própria corda em 1,0 ou 0,1) 1 da expressão Fibonacci 0,1,1… ou 0,1=1, o ponto da coisa, sendo o 0 e 1 anterior um conjunto e como dissemos a raiz de 2 onde o 2 se torna perfeito quando dividido 1 para 0-1 em conjunto da corda (infinito) e 1 para o pulso da forma que vem do infinito (inversamente ao quadrado 1/2=0,5, a curva) e da própria corda finita de cada lado de suas pontas e por isso em um único ponto temos sempre nesta metafísica simples 2, o duplo + a curva no sistema do ‘signo’ sendo assim e de forma exata e após n=1 do módulo Frequencia A = 0,71 que nunca alcança o zero e nem o 1 da corda faltando sempre aqueles quase +2 Maias aqui expressos em sobra de 0,29, pois a raiz de 2 é 1,41421356… que menos 1,71 do módulo n=1 e n=2 é 0,29 (também a velocidade da luz) ou se considerarmos apenas duas casas após a vírgula 1,71-1,41 o famoso PI Babilônico em 3 ou o valor da Estela e Tutmés em 0,3. Três neste caso da base de um tetraedo do sistema por geometria ou três raios, cordas, de uma área dado a hipotenusa. O triangulo dentro do quadrado!

Calma que tudo isso será provado em video e bem mais compreendido e ainda está semana. Pelo menos é o que o Chapeleiro Louco disse.

Lembre-se a leitura é feita em oito direções onde enquanto 0,71 é uma quantidade o valor 3 é a expressão de um tetraedo etc…A verdadeira metafisica perceptiva e foi assim que apresentamos acima esta leitura em um conjunto de conjecturas, ok, relacionando Fibonacci, Zenão, Georg Cantor etc, geometria, proporção, quantidade, coordenada, tudo ao mesmo tempo…

10/9, o valor central do signo arqueológico dividido pelo seu último número essencial é 1,11111…. e que também é 0,11111… ou 0,01111111…. etc. e que indica a linha horizontal do signo arqueológico de 5 10 5 onde sempre ali o módulo n=2 se encontrará entre as duas cordas serpenteadas dada a parábola de Arquimedes para cada lado das oito direções e seu encontro junto as etapas dos números essenciais quanto ao Teorema de Fermat onde e agora aqui concluímos que sempre em n=4 ,n=6 e n=8 também há uma sempre abertura modular idêntica e possível como em n=2 (1) mesmo sendo assimétricos, ou seja, são estes módulos possíveis de terem em si e expressarem em si o próprio módulo perfeito de n=2 de 1 para Campo A e Frequencia B da Tabela, ou melhor dizendo, sistemas abertos que recebem esta possibilidade diferente de n=3 e n=7 que se encontrarão nos pulsos muito distantes donde são necessário para garantir o arco e que perfazem o sistema do arco 0,5 o se perder no infinito. Mas, entenda, se juntarmos 3+7+9=19 temos 0,72+0,23+0,14=1,09, 1 corpo + 0,09 da corda para 0,01 de sobra e a ideia aqui na linguagem é que parece que imputando este resto de força o ‘negócio’ é gospido de tal forma pela força que de 0,95 explode em velocidade para 1,09 e dando a ideia de que se saiu por força de um espaço para outra área bem distante. É como que entrando no buraco é do buraco de repente guspido como se fosse um jato, e que jato, pois absurdamente guspido, forçosamente expelido, etc.

12+16=28 com um fluxo de controle de arquimedes sempre +1 e por isso 29 da procao da corda e que é nosso universo pe dividido em dois fenomenos de luz ideais o construindo
escalas numericas e sus relacoes de forma a demonstrar o ponto ideal de mauseio da luz dentro de suas faixas variadas

Todo este atado nos explica claramente Zenão e do porquê nunca alcançamos na corda 1 e 0 ou 0 e 1 ao qual está contido a raiz quadrada de 2 o próprio zero, sendo 0 o campo, onde quando acreditamos ter alcançado ele se torna 1 em n=2 partindo de n=1 em 0,71 da própria proporção da corda ou aqueles 0,86 que falta em 0,15 para ser PI 3,15 (olha, parece de maluco, mas a leitura é assim do ‘objeto’ e em partes, pois 0,86-0,71 faltam na corda 0,15 de PI em 3 Babilônico), o 0,15 é a sobra que fornece assimetria a uma simetria de plataforma qualquer e por isso somos o próprio Buraco Negro sempre se esticando no tempo espaço e encurtando, efeito Kulkulkan, no quadrado da distância onde pela hipotenusa a própria área de um novo e sempre quadrado, um espaço-tempo, uma forma e deste módulo em n=2 que perfaz como provaremos 1 em módulo indicando a forma, materialização, e que se materializa onde para alcança-lo novamente iremos percorrer mais 7 pulsos em parábola no signo e em Arquimedes para sempre um pulso fora ao qual servirá de alimento e gancho o n=1 de 0,71 e um outro pulso que aguarda ser alcançado em n=9 de módulo 6,93 que dividido por 4 paredes ou o próprio losangolo que expressa dois V Axiomas de Euclides em cima e em baixo como já explicamos nos leva a 1,7325 que menos 1,71 de n=1 e n=2 garante finalmente um quadrante de valor 0,00225 mas que pode ser lido (chaves de Daniel Bíblico) 2,25 sendo 2, 2 elementos e 0,25 o gancho, a sobra entre eles e, repetindo, em gancho, pois 2 é aqui o n=2 o próprio módulo concluso e concreto o ovo, o 1, a própria e sempre corda dupla inicial, 1 e 0 ou 0 e 1 e um o novo sistema multiplicado ou a expressão dele mesmo em um novo espaço-tempo. Perceba a metafísica 0 e 1 são 2 elementos.


Não seja parte do 'desconhecimento', conheça para não ser pego de surpresa ☻. Teorema de Fermat. 2 - bunner post

Preste atenção: Precisamos e primeiro nos números essenciais junto ao signo arqueológico descobrir os ganchos e daí através disto concluir o Teorema como por exemplo o que o próprio Pitágoras fez trabalhando a quantidade, coordenadas, pesquisas da antiguidade etc, com este mesmos passos que estamos aqui expondo como base de exemplo perceptivo.

Compreendendo isto criamos fórmulas como a expressa abaixo, protocolada e que segue pontos de coordenadas do próprio signo e que serão explicadas em O Arco do Sol: Antiguidade Tecnológica (opens in a new tab)” rel=”noreferrer noopener” class=”rank-math-link”>Webinarios>O Arco do Sol: Antiguidade Tecnológica.


Não seja parte do 'desconhecimento', conheça para não ser pego de surpresa ☻. Teorema de Fermat. 3 - Mão com fórmula do fluxo do magnetismo

Em suma, mesmo que haja no resultado e sobre o Teorema de Pitágoras com a base do signo arqueológico em 3+4=5 do x+y=z a assimetria em valores >2, ou mesmo n=4, n=6 e n=8, sabemos pela verdadeira leitura cabala ‘não-mísitica’ que estas três exponenciações dos números essenciais de 0 a 9 em n=1,n=2,n=3,n=4… etc. nos levam ao quase alcance de 1 da razão perfeita em n=2, e por isso são locais abertos em sistema capazes de se transformarem, local onde está no signo arqueológico o próprio PI entre 0-1 relacionado a n=1 e n=2, o proprio módulo 1 onde quando em n=4 (PI/1,69)*1,69; n=6 (PI+0,09)-0,09 e n=8 (PI*1,725)-2,2765.

Partimos de PI, do centro, criamos o raio e cortamos o mesmo, somamos ou o multiplicamos para alcançar PI denovo, a mesma expressão em sistema dos números em sempre 3 etapas e em ganchos em si mesmos explicados na Gênesis 5 da bíblia. Confira este post clicando aqui.

Seria algo assim e que corrobora com a leitura expressa na proprosição XVIII de Euclides em elementos sobre o movimento dos raios no sistema do signo arqueológico ao qual traremos para as devidas observações junto com Genesis 5: 3,14 é o centro entre 0 e 1 da corda que nunca se conclui no quadrado e por isso local do tetraedo a própria assimetria em si mesmo, pêndulo onde em n=2, pois a corda tem duas pontas 1 e 1 idênticas, ocorre na mesma corda sua concretização e por isso em uma corda de dois lados esta poderá ser e nela mesma tanto a sua raiz quadrada em 2 expressando simbolicamente o zero, o ovo ou mesmo um sistema aberto receptivo ou o módulo 1 firme e concreto representado pelo 1 em si mesmo a própria forma ‘fechada’, logo em n=4 para 1,85 do módulo do raio precisamos ganhar para alcançar o próprio centro em 3,14 através de 1,85 o 1,69 formando em si mesmo um sistema de abrir e fechar proporcional ao módulo de n=4 expresso em seu ponto fixo em 1,85, a mesma regra estará para n=6 e n=8, onde em n=6 temos a perfeição, pois ali está distante apenas em 0,09 para alcançar o PI, centro entre n=1 e n=2.

É o triangulo dentro do quadrado!

O ponto 6, o próprio valor de Planck angular e que é o local dos 90 graus entre a refração, o próprio halo ao mesmo tempo que também é o prórprio local 45 graus do sistema sempre trino como já explicamos é o ponto da ‘quentinha’ em razão da proximidade, mas que ao mesmo tempo esta absurdamente distante, pois para 1 de 0,9 temos 0,1 e para alcançarmos zero, a outra ponta, temos 0,9 se por distância na corda e por isso nos 45 graus e 90 graus não é tão simples encontrar a portinha para saltar para um outro espaço-tempo por assim dizer, mas ela está lá onde se errarmos continuaremos no nosso espaço tempo ou saltaremos, ou na pior das hipóteses pegaremos um corredor de 0,9 em distância para zero com o alívio de podermos e agora apenas na esperança ter a distância de 0,1 para 1 em n=2, lembrando que zero não é o abismo, mas é o corredor abismal que guarda lá na sua ponta o outro +1 de n=2 quando finalmente alcançado, a nova área tempo-espaço.

Explêndido!

Resolvido este problema perceptivo começamos a então caminhar a leitura desta antiguidade e trigonometria modular aonde os números não apenas falam por quantidades, mas por qualidades geométricas pontuais espaciais do próprio objeto de domínio de análise onde duplamente estes mesmos números e ao mesmo tempo vem a ser distâncias e forças, coordenadas e espaços por assim dizer.

Conseguindo se adentrar e finalmente nesta perceptiva desmembramos Fermat e finalmente a relação modular e elíptica ao mesmo tempo onde sobre as exponenciações de n=4, n=6, n=8 dos números essenciais estudados por Platão e que em suas doutrinas não-escritas, sua segunda navegação reclamada e exposta como advertência e alertas por Reale ao qual por Platão não podem ser divulgadas, percebemos que a partir de 4 apesar do resultado conjecturar assimetria modular ao mesmo tempo esta assimetria é equilibrada e terá nas possibildades um módulo simétrico e puramente simétrico e possível em si mesmo, onde em n=6 nos aproximamaremos mais desta possibilidade apesar da portinha dizer que estamos ao mesmo tempo e também muito distantes se errarmos o ângulo da coisa confirmado pelo próprio valor de PI=3,14 e isto esta escrito no signo e dialética história de tal forma que saltaremos e assim pronunciaremos Wells e sua Máquina do Tempo ou na sua mais simplista expressão que ocorre em um mesmo espaço tempo com um mero encurtamento sexagesimal do relógio: a teletransportação.

Tabela de Fermat

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Assistência técnica deste Post: Chapeleiro Louco

Chapeleiro Louco Acessor O Novo Paradigma
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O Novo paradigma é um site 'revelador' que discute temas sobre o Santo Graal da Ciência e Espiritualidade resgantando na arqueologia e História a Primeira Filosofia, Metafísica, Teoria das Cordas, Quântica, Física e Tecnologias.