Compreendendo o ente ‘Fofoca’ no tempo espaço: Momento Cálice Espiritual

Compreendendo o ente ‘Fofoca’ no tempo espaço: Momento Cálice Espiritual

Bunner Momento Cálice Espiritual

Momento Cálice Espiritual é mais um Bloco de Informação de O Novo Paradigma Notícias e Blog de Opinião. Aqui você poderá junto com o Santo Graal compreender os rumos espirituais do ‘verbo’ de forma mais fidedigna e detalhada. Mesmo que a Ciência do Graal e Espiritualidade no módulo estejam atadas elas andam em separado e cada qual em seu seguimento, pura metafísica!

Hoje o verbo, versículo a ser estudado é:

 
Mas o que me der ouvidos habitará em segurança, e estará livre do
temor do mal.

Provérbios 1:33

Todos sabemos que ‘provérbios’ significa sabedoria e que sabedoria é algo ao qual pela comunicação, busca em leitura, etc., devemos literalmente ‘correr atrás’. Note, sem sabedoria não agimos adequadamente e nisto nem devemos considerar a priori ‘socialmente’, mas antes no próprio tempo-espaço em plantio e colheita, ou seja, o que planto para em um futuro próximo colher.

Vamos ser bem simplistas e de forma a explicar como os eleatas e estoicos da Primeira Fase de Zenão realmente pensavam! Entenda, Paulo Apóstolo que converteu Pseudo Dionísio Aeropagita é puramente um eleata e estoico tão quanto sofista e isto incluirá os Viriatos.

Para compreender a relação do Universo Físico e a Espiritualidade organizada dentro de si na perceptiva sofísitca, estoica e eleata sugerimos a leitura da obra abaixo:

Entenda que se eu planto neste exato momento ‘fofoca’ e para um segundo ouvinte em milésimos de segundos e no tempo espaço pelo som de meu verbo e intenções estou multiplicando uma ação, a ação por atitude em ‘fofocar’. No exato momento da ‘fofoca’ mesmo que meu ouvinte esteja sendo alimentado e por gosto do ‘ato’ que proponho de ‘fofocar’ já estou sendo estigmatizada (o) de aquele que ‘fofoca’ ou mesmo de aquele que tem o vício de ‘fofocar’. Mesmo que seu ouvinte ignorante e cego não perceba o seu ‘ato de fofocar’ e com você neste espaço tempo pactue em ‘aliança’ com o mesmo ato, você inconscientemente está sendo estigmatizado de um ‘ser’ que fofoca onde fofocando de um poderá fofocar de qualquer um e isto quer dizer que até de seu ouvinte ignorante. Agora entenda, o ouvinte é ignorante quando pactua em aliança com a fofoca do locutor de forma a não perceber que ele também é e sempre será alvo deste sempre locutor dotado do vício de ‘fofocar’.

‘Fofocar’ no tempo espaço é um vício e por isso chama-se no Manuscrito Bíblico ‘pecado’ que nada mais é do que ‘erro’. Quando fofoco estou errando e isto quer dizer ‘pecando’. Quem transformou pecado em sexo corrompeu sua mais profunda perceptiva lembrando que ‘sexo’ indica união e união respeito, escolhas. Voltando a explicação, fofocar é diferente de falar algo que se prova lembrando que se eu falo algo que ‘não’ se prova eu estou incorrento a um ato de calunia ou mentira. Calunia se falo de alguém e mentira se falo de alguma coisa. Veja, a dimensão da fofoca e sua relação direta com calunia e mentira.

Perceba que na nossa sociedade e baseado em uma hermética de sempre místicos, esta ‘ordem’ é dada como possivel de sempre ser burlada com aquelas frases de sempre – Ah! Acontece, vira e mexe não tem como não fazer uma fofoquinha vai!

Para compreender Paulo Apóstolo como um eleata, estoico e sofista tão quanto Pseudo Dionísio Aeropagita sugerimos a leitura da obra abaixo:

Ora! Será que nosso autor do ato de fofocar não percebeu a relação gravissíma de fofoca e calúnia.

Diríamos então que aquilo que se está falando de outrem é verdade! Se é verdade o que falo de outrem, porque falaria em tom de – Amiga! Você sabe o que aconteceu?

Na Bíblia está escrito ‘chore com os que choram e se alegre com os que se alegram’, logo, se algo que aconteceu sobre aquele é ‘grave’ chore e se compadeça buscando pela comunicação realmente e genuinamente ‘ajudá-lo’ e o mesmo para um momento de profunda felicidade e assim não há aqui fofoca na comunicação inevitável sobre o outro e situação do outro, mas alteriedade, respeito e ‘graça’.

O que as mídias, novelas, herméticas místicas permitidas pelas salas de iniciática e lojas nos ensina sobre estas coisas de Deus e atado ao Estado, nos ensina deste Cálice Espiritual carregado por Jesus e muito simples de se entender no que diz respeito a tudo que planto colho? Lembrando que em Zacarias Bíblico este repudia os efas, dinheiro que dentro de templos se joga a uma Arca agora Mistério e por isso Jesus Cristo deu puntapés nestes mesmo templos. Veja que esta ‘sabedoria’ deveria fazer parte de uma coisa só na relação Estado e Espiritualidade onde o Estado é o povo e não um grupo de homens que determinam e com a mídia, os médias, seus rumos.

Enfim compreendendo isto voltemos ao verso:

Mas o que me der ouvidos habitará em segurança, e estará livre do 
temor do mal.

Provérbios 1:33

Dar ouvidos a Deus, na verdade, e naquilo que quem realmente leu a Bíblia dali a interpreta junto com o Santo Graal, signo arqueológico, da Ciência que ela dá (estoicismo) e Santo Graal da Espiritualidade do homem ao qual em caminho estamos explicando primeiro em ser para si para ser para o outro e sendo para o mundo sendo o próprio Espirito Santo em si mesmo conectado ao Universo Vivo é compreender em primeira instância a simplicidade da ‘curva da lei’ e que é o resultdo sempre daquilo que escolho como ato.

A escolha é e semore será livre, mas a consequência, seja boa, seja má sempre estará instrinsicamente atada a escolha.

Matar é correto? Tirar do outro aquilo que não te pertence é correto? Fofocar é correto? Amar em excesso é correto? Amar em excesso não seria um tipo de fanatismo e a ausência de ódio nao seria ignorância?

Para compreender melhor o peso e medida do amor e ódio com o Santo Graal sugerimos a leitura do Capítulo Sobre o Amor da Obra Complexo de Afrotide:

Veja, se eu mato sou estigmatizado e o mesmo se fofoco, logo sou iníquo e por isso na lei se diz:

 
Prevalecem as iniqüidades contra mim; porém tu limpas as nossas
transgressões.

Salmos 65:3

Aquilo que fiz de errado permaneça sobre mim, porém tu pelo ‘verbo’ Senhor e Sabedoria e deste verbo limpa as nossas transgressões, ou seja, pela iniquidade conhecida nos faz compreender que o ato de fofocar é sujo e no tempo-espaço nos estigmatiza e não vale realmente a pena assumi-lo como ‘verdade e caminho’ e pelo arrependimento nos liberta do estigma, mas não da estigmatização no tempo espaço por já ter plantado e por isso a ‘ferida’ sempre carrega a ‘cicratiz’ (estoicismo) e assim o tamanho do plantio é o mesmo tamamnho da colheita. Lembrando que a fofoca sempre será uma verdade, positiva, pois como fenômeno sempre será existente e por isso ‘vigie’ e na escolha determine ‘sim ou não’, pois não há meia fofoca.

Quanto ao ‘Deus é tardio em irar-se’ nesta compressão agora analisemos. Até eu ser conhecida como uma fofoqueira ao qual a fofoca está diratamente ligada a calúnia e mentira levará um tempo e por isso pagarei meu ato não no ato da ação, mas provavelmente no final de minha vida, pois os mansos, os que seguem a boa conduta negará no decorrer de minha vida as oportunidades de alianças, negócios, etc.

Todo o corrupto cairá e isto estamos claramente presenciando neste momento Apocalíptico, uma escolha.

Então conforme provérbios 1:33:

Mas o que me der ouvidos habitará em segurança, e estará livre do 
temor do mal.

Provérbios 1:33

O que der ouvidos a esta sabedoria em primeira instância tem como curva no tempo e espaço o que podemos chamar de ‘graça’ ou resultado do plantio sendo esta graça a colheita o ‘habitar em segurança’ e ‘livre do temor do mal’, pois não se há aqui culpa dos atos e plantio.

Confuncio no I Ching compreendendo o signo arqueológico estoicamente explica este mesmo pulso. Estoicamente, pois estamos relacionando um ato, uma forma de agir sendo multiplicada no tempo e espaço no que concerne a ‘semente’ que escolho, planto e consequentemente colho. A semente é o ato de fofocar por exemplo.

Veja que a iniquidade e que neste exemplo é o ato de fofocar é minha escolha e uma vez escolhida meu estigma, mas a transgressão que é o ato escolhido desta iniquidade pode ser limpa quando demos ouvidos a ‘sabedoria’.

E por isso Próverbios do manuscrito Bíblico começa assim meus amados quanto ao seu Verbo:

 
Provérbios de Salomão, filho de Davi, rei de Israel;
Para se conhecer a sabedoria e a instrução; para se entenderem,
as palavras da prudência.
Para se receber a instrução do entendimento, a justiça, o juízo e
a eqüidade;
Para dar aos simples, prudência, e aos moços, conhecimento e
bom siso;
O sábio ouvirá e crescerá em conhecimento, e o entendido adquirirá
sábios conselhos;
Para entender os provérbios e sua interpretação; as palavras dos
sábios e as suas proposições.

Provérbios 1:1-6

Quanto a este verso sequencial de Provérbio 1 ‘… O temor do Senhor é o princípio do conhecimento; os loucos desprezam a sabedoria e a instrução. Provérbios 1:7 …’, isto diz respeito ao ‘temor’ do entendimento de que sempre há um Universo Vivo nos observando também e por isso ‘nada está oculto que não possa ser uma hora revelado e cobrado’ no pulso tempo espaço que se quantifica e quantifica as coisas por sucessão.

Os Maias compreendiam isto e todos nossos sábios antepassados e por isso profetizando compreendiam que Apocalipse também é uma métrica, uma colheita do nosso próprio plantio ao qual como plantio escolheu-se as sementes, mas veja, diz o Manuscrito que os ‘filhos não embotam os dentes daquelas uvas verdes comidas pelos pais que embotaram seus próprios dentes’ e isto quer dizer que se há arrependimento genuino no plantio e colheita de uma geração e plantio no caminho correto de todas as coisas há a Graça, lembrando que o estigma da iniquidde não deixará de ser um já resultado, estigma e dores neste processo de transformação, reforma, e no seu mais excelso exemplo ‘novo homem’.

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