Sionismo Otomano x Priorado de Sião

Paremos para pensar e antes mesmo de debatermos o Sionismo e Anticristo (homem): O que os díscipulos, Jesus Cristo e Hebreus reclamavam e sobre Moisés? Consequentemente dos fariseus ao qual em Apocalipse e com o Anjo da Filadéfia que carrega uma estrela que abre e fecha e acompanha o mesmo movimento dos poços de Jacó? Sim, estes falsos judeus e praticamente os homens satanizados, ctonianos, instintivos porque com a ganância sobre esta estrela que está contida na pictografia e trigonometria do Santo Graal matam seus próprios irmãos, seja na alma, seja na carne.

O problema dos poços de Jacó apresentados por Jesus Cristo em João 4 a Samaritada diz respeito ao termo Peor de Peor-Baal e Bete-Peor das alianças feitas sobre o Testemunho de Gileade entre Labão e Jacó, sistema monoteista e continuado pela mesa de Moisés e sistema politeísta do Egito da destruição. Este termo é apresentado por Rainha do Sol na Obra ‘O Jardim: Cântico dos Cânticos’ disponível em e-Book por apenas R$ 6,48.

Compreendendo isso agora precisamos separar um ‘povo judeu’ que pretende resgatar suas raízes históricas e um ‘povo judeu’ que quer declarar uma soberania mundial. Dentre estes, hebreus e fariseus que continuam seus conflitos na época da instalação do Sionismo Otomano Turco.

É importante compreender que em meados de 658 o sistema Turco, e por isso o Anticristo é da Turquia, caracterizado por Noé e sua embriaguez onde aporta sua arca corruptora do verbo da árvore a extensão de Jafé aliando-se a Javé nada mais é do que na história, materialismo histórico arqueológico, o expansionismo desta linhagem, uma linhagem de homens contra a distribuição do Cálice, do Santo Graal, sua realidade e poder tão quanto descrição dos verdadeiros caminhos e práticas espirituais.

A condição agora das relações é bem simples de se compreender, os fariseus corruptores do templo-homem em toda sua formação estão como judeus aliados aos mulçumanos e como proibidores privando o seu próprio irmão judeu ou mesmo mulçumano de enxergar a verdade e nada mais que a verdade e assim criando estratégicamente a Guerra Santa para que os sítios arqueológicos continuem sobre seus próprios domínios e o homem não alcance o entendimento da Arca da Aliança, a verdade e sua chave, o signo arqueológico, o Cálice carregado por Jesus.

É importante compreender que são vários os ‘sinais não uniformes’ destas estratégias e nunca compreendidos, pois estes mesmos sinais viram crenças ou segmentos científicos protocolados sobre a nossa cultura. Reclamações de Freud, um judeu, em sua obra ‘O Futuro de uma Ilusão’ e sobre estes narcísicos delirantes.

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Desta forma compreendemos que temos agora um judeu que busca suas raízes e outro judeu que busca um monopólio e em nosso tempos atuais isto é mais do que um peso e medida imprescindível a se compreender.

Apocalipse!

Uma obra que colabora a compreensão deste materialismo histórico é de Rainha do Sol: A Razão, o Senso e o Espírito Parte I O Problema Perceptivo das Cruzadas. A mesma pode ser adquirida pelo ‘Combo da Jornada de Dilthey’ que de R$ 29,99 está apenas por R$ 16,98.

Outras formas de obter estas obras são através do Plano mensal Kindle Unlimited que dá a você a oportunidade de ler mais de 700 mil obras sem custo individual, ou seja, pagando apenas R$ 19,99 mensal.

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Sionismo Otomano x Priorado de Sião 7 - 5

Author: paradigma

O Novo paradigma é um site 'revelador' que discute temas sobre o Santo Graal da Ciência e Espiritualidade resgantando na arqueologia e História a Primeira Filosofia, Metafísica, Teoria das Cordas, Quântica, Física e Tecnologias.