O problema da leitura moderna dos corpos

Compreender como se lê fenomenicamente os infinitos objetais de posse do mundo é compreender-se a si mesmo. Corromper esta métrica cartesiana e perceptiva é permitir que o homem enfraquecido esteja predisposto a sugestionabilidade permitindo a Grande Neurose e Grande Hipnose Mundial pelo Reich.

Mas é óbvio que não podemos deixar uma outra estrutura em vão e que diz respeito a puberdade de forma a compreendermos as regularidades, legalidades e uniformidades de uma sociedade, a condição natural da ‘ejaculação precoce’ e de uma menina que menstrua.

Ter um filho na fase da puberdade é voltar ao primitivo, pois o casal jovem de seus 12-14 anos ou mesmo adolescente terão de abrir mão da nova criança que nasce para seguir suas novas etapas de experiências até a fase mais madura ou impotencializar suas experiências. Veja que abrir mão de uma criança é grave para um sistema social e coletivo tão quanto para o próprio futuro deste sistema, no demais perder as experiências até a fase madura também impede o bom desenvolvimento de um ser humano que diferente da fauna e flora, pois lê abstrações e percebe um universo mais profundo do que o visto no plano do sensível também é um problema e ainda mais porque está se preparando para o mundo e no que concerne agora a maturação do juízo.

A formação é então algo imprescindível para organizar tudo isso! E a formação vem da educação e a educação de estímulos educativos que incluem a ‘comunicação’.

Uma forma de garantir o ‘patrimônio psíquico’ reclamado por Freud é então desfrequenciar estas perceptivas naturais da vida e no tempo-espaço criando filosofias sublimadas, sem estruturas e estágios perceptivos de suas logicidades.

Resumindo, o prazer é um corpo de extensão ao qual totalizante de sentido tem em si uma de suas infinitas partes, um corpo menor e que sofre a extensão em si do prazer de forma ao sexo ter em si o sentido de ser mais prazeroso ou menos prazeroso como uma destas partes do corpo prazer e este mesmo pulso será dado também ao se alimentar, tão quanto ao estar embaixo de uma árvore ouvindo Bach ou mesmo passarinho, o ato como corpo ‘viajar para Paris’ também sofrerá a extensão do ‘prazer’, o prazer como corpo maior, como corpo que determina a quantidade do sentido do ato, o ato como corpo menor, e essa é a Gestalt associativa e dissociativa também de Husserl e desde Descartes com o objeto corrompida por Kohler conforme Reale e provas dadas pelas próprias cordas métricas do objeto e historicidade e história factual dita como não positiva por Heidegger e da humanidade, civilização. [1]

Vale ressaltar que antes do Reich como império temos Wihelm Reich como dissidente de Freud instituindo uma psicanálise totalmente mergulhada em conceitos do sexual e corrompendo a compreensão Gestalt e como já brevemente abordamos.

De qualquer forma e cartesianamente junto a Descartes, Kant, Plotino e Freud compreenderemos e por demonstração onde se encontra no objeto de análise o abismo do inconsciente e na substancialidade de tal forma a percebermos seu campo oculto e manifesto ao mesmo tempo podendo realmente manobrá-lo na matéria.

Notas:


[1] Note como Descartes em meados de 1600 d.C. já debatia Gestalt, mas não percebida em nossa modernidade em razão de dois fatores, o ocultamento e túmulo sobre nosso passado e objeto arqueológico definido e manobrado pelo ‘patrimônio psíquico’ e em razão disto a não compreensão das reais ‘leis universais’ de Kant. ‘…Art.139 Do uso das mesmas paixões, na medida em que pertencem à alma, e primeiramente do amor. O que bastaria se tivéssemos em nós apenas o corpo, ou se esse fosse a nossa melhor parte; mas, desde que é somente a menor, devemos principalmente considerar as paixões na medida em que pertencem à alma, em relação à qual o amor e o ódio provêm do conhecimento e precedem a alegria e a tristeza, exceto quando essas duas últimas tomam o lugar do conhecimento, de que são espécies…’. As mesmas paixões que pertencem à alma ao qual incluirá o amor como corpo em si, ou seja, o corpo amor inserido na totalização deste campo, as paixões. Isso é puramente Gestalt associativo do fenômeno e dissociativo das leis universais com o objeto em si defendidas por Kant. Veja que o amor (corpo fenomênico) e ódio (corpo fenomênico) pertencem e como corpos menores as paixões (corpo fenomênico maior que insere o amor e ódio) e por isso estes são partes do conhecimento e não dos sentidos, pois o sentido e que é a paixão destes corpos menores está na totalização e consequentemente de seus manifestos, emanação totalizada, o sentir, a paixão e por isso ‘tolo de quem ouve o coração’ conforme Manuscrito, pois o sentir, o sentido é a potência do corpo menor, a paixão sendo potenciada, ou o amor ou o ódio, os elementos menores destes conjuntos e contidos no conjunto maior e tal qual explicado por Descartes e claramente junto a sua cartesiana metafísica e verdadeira eversio compreendida. Note que o prazer e que se mescla com a paixão e está em todas as paixões pode ser um corpo fenomênico isolado que se concluiu dependente de um corpo menor: mamãe, sexo, chocolate, viajem a Paris, etc.

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Author: paradigma

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