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A diferença da Relatividade da Teoria das Cordas com a perceptiva Relatividade da Teoria da Relatividade Geral

A diferença da Relatividade da Teoria das Cordas com a perceptiva Relatividade da Teoria da Relatividade Geral

Hoje vamos analisar a diferença perceptiva da analise relatividade sobre fenômenos e assim compreender as diferenças de construção e por perceptiva de um homem pelas filosofias da Teoria da Relatividade Geral e Teoria das Cordas que sempre foi a Clássica.

A Teoria das Cordas sempre existiu na história dialética e desde tempos realmente muitos remotos defendidos na história pela Clássica, já a relatividade condição de perceptiva defendida por Aristóteles sobre sempre plataformas mitológicas somente serve para singularizar o homem, ou seja, diminuir seu nível de perceptiva o retirando do seu Direito de Filosofia e consequentemente um status que poderíamos chamar de Demiúrgico desde os intentos e corrupção do verbo a partir de Adão.

Para compreendermos na semântica a diferença de relatividade=relatividade onde uma é falseada e outra verdadeira sendo que da falseada teremos duas substâncias relativas de possibilidades tão quanto a verdadeira como apresentaremos analisemos o SPIN.

Perceba que pela Teoria das Cordas o SPIN nunca será indeterminado, pois dada a compreensão do quadrado da distância e curva sobre este quadrado da distância compreendemos que deterministicamente o SPIN pode tomar diversas direções e/ou ao mesmo tempo se mantendo onde está: para cima, para baixo, para o lado, outro lado logo para frente e para tras , para dentro e para fora.

Basta-nos esta perceptiva e o entendimento das possibilidades da força para assim compreender a ação deste SPIN dado que este SPIN e que foi e é sempre determinado no espaço tempo universal apresenta seus pulsos em taxonomia sistêmica proporcionais idênticos independente da massa para infinitas possibilidades.

Para sermos mais claros, não importa a massa ou o fenômeno, todos terão esta mesma razão do Spin em si mesmo dotado de singularidade e possibilidades (movimento), expressão do próprio universo, cosmos.

Compreendendo este absoluto e determinístico e do SPIN que é e não pode ser outro, compreendemos que seus movimentos são relativos para 8 possíveis direções unido a uma direção dele mesmo e em si mesmo onde mesmos relativos uma vez caminhando apra alguma das 8 direçoes são absolutos em si mesmos e novamente determinísticos na relatividade, o que tomando como exata terá sobre o ponto ao qual o SPIN se convergiu as tais mais 8 e novas possibilidades de direções ou a própria singulridade em si mesmo, que seja.

Isto é então meus senhores o relativo da possibilidade sempre absoluta e determinística do universo.

Agora analisemos a Teoria da Relatividade Geral, seja especial, seja o que for que deseja a qualquer custo protocolar com sua base de perceptiva usando e ao mesmo tempo que triturando, sempre corrompendo, ou comendo para ocultamento pedaços do fruto da Teoria das Cordas.

Veja que em primeiríssimo lugar é o SPIN e sempre será da Teoria da Relatividade Geral indeterminado e relativo por indeterminação em si mesmo e nada mais.

Sendo assim concluímos a diferença da perceptiva relativa da Teoria das Cordas e relativa da Teoria da Relatividade Geral.

Para compreender mais sobre o SPIN veja esta matéria: Revelado o porque a Teoria da Relatividade sempre falseada em si mesma define o SPIN em seus laboratórios como indeterminados. Parte I e II.

Até a próxima matéria, curtam, compartilhem, inscrevam-se.

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