O NOVO PARADIGMA

Notícias e Blog de Opinião

Archive May 2019

PARTE XIV – Cavalo de Troia da Ciência nascido de base teorética clássica dada a perceptiva quântica e arqueológica – códices vistos

Agora vamos começar a caminhar para o novo do códice uma vez que a partir daqui a um tempo atrás tínhamos parado a decodificação. De qualquer forma nosso foco será, a priori, todo o rearranjo da caixa, Hotel Califórnia, lembrando que ainda teremos algo que por alto a partir daqui já tínhamos aberto passando rapidamente por estes caminhos, seus elementos químicos.

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PARTE XII – Cavalo de Troia da Ciência nascido de base teorética clássica dada a perceptiva quântica e arqueológica – códices vistos

Exatamente a face oposta àquela que apresentava a pequena etiqueta com o algarismo “1”. Nervosamente, apanhei o papelão. Parecia muito sólido. Depois de um minucioso – quase me atreveria a chamá-lo de microscópico – exame, fui obrigado a escarificá-lo ao longo da circunferência.

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PARTE XI – Cavalo de Troia da Ciência nascido de base teorética clássica dada a perceptiva quântica e arqueológica – códices vistos

“Eu consegui!…” E dava tudo por bem empregado: tempo, dinheiro, solidão… Deixei-me cair sobre o assoalho e, como num filme, fui recordando os passos que havia seguido no curso de todos aqueles meses. Mas, finalmente, a curiosidade venceu e eu rasguei o envelope. No seu interior, nem uma só palavra ou indicação….

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PARTE IX – Cavalo de Troia da Ciência nascido de base teorética clássica dada a perceptiva quântica e arqueológica – códices vistos

Ao debruçar-me sobre a relação em busca de algum indício do enigmático nome “Benjamin”, meus olhos não precisaram passar da primeira sucursal. Senti um impacto. Na lista aparecia o seguinte: Box nº 1-999 – Benjamin Franklin. STa. Avenida Pennsylvania (Washington D.C. 20044). (Página 33).

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PARTE VIII – Cavalo de Troia da Ciência nascido de base teorética clássica dada a perceptiva quântica e arqueológica – códices vistos

Mas não. Como um robô, a sentinela caminhava 21 passos, empregando neles 21 segundos. Detinha-se exatamente por 21 segundos, girando o corpo e mudando a posição da arma. A nova pausa, antes de prosseguir a marcha, durava outros 21 segundos, e assim sucessivamente. Anotei “minha” descoberta e reli o código do Major com especial fruição. A sentinela que vela diante do túmulo vai lhe revelar o ritual de Arlington. “Não pode ser casualidade” – repetia para mim mesmo obsessivamente. “Mas por que vinte e um? Que significa esse número?” (Página 29).

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PARTE VII – Cavalo de Troia da Ciência nascido de base teorética clássica dada a perceptiva quântica e arqueológica – códices vistos

Obrigado. É preciso que compreenda que sua busca começa agora. – Minha busca?… mas de quê? O Major não me respondeu. – Peço-lhe apenas que continue acreditando em mim e que empenhe todo o seu coração em decifrar o código que o conduzirá a meu legado. (Página 21)

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PARTE VI – Cavalo de Troia da Ciência nascido de base teorética clássica dada a perceptiva quântica e arqueológica – códices vistos

Após uma rapidíssima ducha no hotel da Vila Arqueológica, dirigi-me ao local escolhido pelo Major. Às quatro em ponto, a passos largos e com o coração na boca, deixei para trás a impressionante pirâmide de Kukulcán e a plataforma de Vênus, e penetrei na chamada Via Sagrada, que morre precisamente em um poço ou redemoinho de água de quase sessenta metros de diâmetro por quarenta de profundidade. (Página 19)

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PARTE V – Cavalo de Troia da Ciência nascido de base teorética clássica dada a perceptiva quântica e arqueológica – códices vistos

– Conhece Chichén Itzá? – Sim. – O Major ordenou-me que o levasse até o poço sagrado. Laurêncio apontou meu relógio e disse que eu deveria estar lá às quatro. Depois deu meia-volta e encaminhou-se para a porta de saída. Conferi a hora local e verifiquei que tinha apenas duas horas para chegar até o poço sagrado dos maias. (Página 19).

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